Há poucos minutos as televisões anunciaram a morte súbita de Michael Jackson. Estou em verdadeiro estado de choque. E o circo mediático entrou na apoteose final. Debaixo das luzes da ribalta desde criança e sempre, sempre até ao fim, pelos melhores ou piores motivos. The show must go on.
Dirão o que disserem. Eu prefiro recordar Michael assim:
Não sei porquê, mas a morte dele faz-me sentir pela primeira vez o "peso" (salvo seja) dos meus 30 anos. Enquanto ele era vivo, eu podia continuar a ser a adolescente que ouvia os discos dele (embora já há uns tempos não o fizesse). Agora... temos de reconhecer que crescemos.
2 à escuta...:
Um ícone dos tempos modernos. Deixou a sua marca, sem dúvida e será relembrado.
Não sei porquê, mas a morte dele faz-me sentir pela primeira vez o "peso" (salvo seja) dos meus 30 anos. Enquanto ele era vivo, eu podia continuar a ser a adolescente que ouvia os discos dele (embora já há uns tempos não o fizesse). Agora... temos de reconhecer que crescemos.
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